Autenticidade

De acordo com Nathaniel Branden, Ph.D. em Psicologia, “as mentiras mais devastadoras para a nossa auto-estima não são as que contamos, mas as que vivemos.”
De fato, quando a realidade da nossa experiência e a essência do nosso ser é distorcida, vivemos aquilo que comumente se denomina de mentira, ilusão, auto-engano, fantasia e, por vezes, falta de integridade.
Autenticidade é a característica de quem é autêntico, íntegro, legítimo, verdadeiro, sincero. AUTO = EU
Não tente ser quem você não é, isso só lhe trará frustração. Prefira ser você mesmo do que viver uma mentira. Viva sua própria vida, tenha seus próprios sonhos e as suas próprias experiências.
Ser autêntico exige uma luta constante consigo mesmo. Sempre a tentar melhorar, sempre a tentar se superar, sempre escolhendo ser quem você realmente é.
Você deixa de ser autêntico quando:
– demonstra superioridade ou inferioridade perante os demais;
– finge ter problemas para levar vantagem sobre alguém;
– ostenta uma situação incompatível com a sua realidade profissional e financeira;
– muda com frequência de credo e opinião;
– age diferente do que sua consciência manda;
– deixa-se influenciar pelo comportamento alheio;
– levanta a voz para fazer valer o seu ponto de vista;
– abre mão de suas convicções para ser aceito em determinado grupo;
– vive uma vida que não é sua;
– acredita mais nos outros do que em si mesmo;
– preocupa-se com os que outros pensam a seu respeito.
– fala uma coisa e faz outra.
– não leva em consideração os mandamentos de Deus e nem preocupa-se em fazer a sua vontade.

Para atender aos anseios da sociedade em geral, as pessoas representam o tempo todo e procuram fazer de tudo, em troca de alguns minutos de fama, exceto aquilo que a consciência e o seu coração mandam. O homem só é sincero sozinho, dizia Emerson, pensador norte-americano.
Lembre-se que a única corrida que você pode correr e vencer é a sua. Aquela que Deus lhe deu – então mexa-se.
Quanto você vive em meio à mentira, acaba fazendo parte dela, pois podemos ser muito bons no que fazemos mas nunca seremos bons a sermos outras pessoas.
Na vida, nascemos e permanecemos autênticos por um bom tempo, entre a infância e parte da adolescência, mas de alguma forma, a realidade do mundo consegue modificar o comportamento das pessoas, algumas para o bem, outras nem tanto. Quem quer ser amigo do mundo acaba se tornando inimigo de Deus.
Em nome da sobrevivência, o ser humano tende a se fingir de morto, a sufocar a dor, bajular, dissimular, exaltar qualidades alheias e, por vezes, perder a fé em si mesmo e até em Deus.
Entretanto, ser autentico não significa revelar todos os segredos, entregar-se de corpo e alma numa relação, emitir opiniões controvertidas, dizer abestalhadamente tudo o que lhe vem à mente, disparar críticas infundadas, abrir mão das suas convicções, tratar os outros com desdém, ser soberbo ou mesmo não possuir humildade suficiente para admitir quando está errado.
Ao contrário, pessoas autênticas valorizam a si mesmo e são mais autoconfiantes.
Se você consegue expressar seus sentimentos com sinceridade e sutileza, sem ferir os sentimentos alheios, você está no caminho certo.
Ninguém conquista elevado nível de autenticidade sem antes compreender a si mesmo e desenvolver a partir dai um relacionamento sólido com o seu criador.

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