Campanha Resgatando Famílias – Semana 3

RESGATANDO FAMÍLIAS ATRAVÉS DO AMOR E DO DIÁLOGO

É muito prazeroso quando a família é unida e gosta de estar junto. Quando vemos famílias saudáveis e felizes, facilmente constatamos duas coisas muito importantes que podem ser apontadas como os fatores desta harmonia: O amor e o diálogo.

O amor é o que os une, é aquilo que os define e o que traz o equilíbrio e o senso de preservação no seio familiar. “O amor é pacífico, o amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Ele tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha.” (1 Co 13:4-8a)

Onde o amor reina existe sempre a determinação em ultrapassar as diferenças e vencer o orgulho. Existe a consciência de que não se pode dar espaço para a vaidade e para a soberba. Existe um senso de urgência para aprender a reprimir as vontades egoístas e existe um monitoramento constante para evitar que qualquer raiz de amargura brote dentro dos corações.

Pelo contrário, onde não há amor, observa-se a ruína da saúde familiar e a destruição das estruturas relacionais dentro do lar.

O trabalho árduo, a determinação e a paciência são essenciais para o sucesso dos relacionamentos. A inclinação ao perdão, uma obrigação!

O orgulho é inimigo da unidade. A teimosia é a espada cuja ferida é a raiva. E a falta de perdão, é aquilo que o inimigo utiliza para esta ferida não cicatrizar nunca.

Devemos aprender a cuidar uns dos outros, independente de nossos desejos, preferências e opiniões. Nos submeter uns aos outros em amor (Gl 5:13) leva ao convívio prazeroso e desprendido de interesses ocultos.

Quando isso acontece, a vida familiar se tornará “como óleo precioso derramado sobre a cabeça, que desce pela barba, a barba de Arão, até a gola das suas vestes. Ela será como o orvalho do Hermom quando desce sobre os montes de Sião. E então ali o Senhor concede (derrama) a bênção da vida para sempre.” Salmos 133:2,3.

O amor conduz ao diálogo, à convivência social saudável e gostosa. O amor permitirá que o respeito paute todas as conversas e através disso, surgirão oportunidades para falar também sobre assuntos de cunho espiritual.

Permita que o amor a Deus seja algo natural no seu dia a dia. Ensine seus filhos a amarem ao Senhor em tudo que eles fizerem, seja durante as coisas mais corriqueiras, como também durante as mais desafiadoras. Transforme a conversa sobre as coisas espirituais em algo natural e espontâneo.

Estenda essa abordagem para além de seus filhos e inclua esses tópicos nos bate-papos diários com todos aqueles que fazem parte do seu círculo familiar.

Esteja pronto e disponível para “santificar o Senhor Deus em vossos corações; e estar sempre preparado para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pedro 3:15).

Demonstre também o amor através de suas atitudes. Mostre que Cristo faz a diferença em sua vida. Viva de acordo com a Palavra que diz “Cristo em nós esperança da glória” (Colossenses 1:27)

Não esqueça: “Todas as pessoas merecem ser respeitadas, amadas e tem o direito de conhecer a verdade. Nosso mundo seria bem melhor se todas as pessoas soubessem amar, respeitar e manter um diálogo saudável e edificante.”

O diálogo também é fundamental neste processo. Aprendemos com Jesus o que faz mal ao homem é aquilo sai da sua boca, por isso não exagere nos conselhos e exortações, nos julgamentos, nas imposições carregadas de preconceitos. Não seja pessimista, amedrontador, desprovido de graça. Não se torne um estraga-prazeres legalista e acusador.

Esse tipo de comunicação afasta, quebra a confiança, bloquea a espontaneidade e frustra o desenvolvimento de laços mais estreitos. Siga o conselho de Paulo e seja um agente de Cristo em meio aos seus, resgatando-os através do amor e do diálogo. Ele disse:

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra que cause destruição, mas somente a que seja útil para a edificação, de acordo com a necessidade, a fim de que comunique graça aos que a ouvem.” (Efésios 4:29).

Temos uma responsabilidade muito grande. Somos embaixadores de Cristo e chamados a fazer discípulos. Somos seus modelos, estamos sendo observados. Sua prioridade é demonstrar e viver o amor de Deus, sendo um imitador de Jesus.

Ame e respeite seus familiares, demonstrando como o verdadeiro discípulo do Mestre se comporta.

Jesus que disse: “Se vos amarem uns aos outros todos saberão que são meus discípulos.” Jo 13:35

Deus abençoe

Pr. Fábio

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